Enquanto todos olham torto
Atualizado: 19 de out.
Enquanto todos olham torto, com licença, continuo a movimentar o concerto, se por acaso foi eu que quebrei. Torta, meio acabada, prontifico-me em eternidade, mesmo em mudança diversidade, procuro-me em silêncio e em mim permaneço, contínua presença, são tantas dimensões... frestas se abrem ao me deparar com o que já fui, pobreza encarnada em meu corpo, "mesquinha" "maléfica".. não quero ser, e já não sou, mas as memórias que quero formar e provar de mim, estas sinto o gosto, mas ainda está o que fui, até que se dilua por completo. Cotidianamente o que sou me molda, repetidos versos contidos, o que quero é explodir, que mania é essa que temos de negar o outro? Vamo com calma, retornando ao princípio universal, encontro minha expressão, movimento a terra, uma estrela nela, não é apenas um grão.





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